A raiva toma conta de novo. Crueldade, vejo-a à minha frente, crueldade crua, palavras que dilaceram, isso dá raiva. Queria poder matá-las, de modo que sofram mais que eu. Ao meu lado a falsidade estende a mão mas não acolho seu medo e, como se fizesse alguma diferença, me olha com nojo, como sempre.
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O fedor é inesgotável, intermitente, insuportável, de onde vem não sei está ao redor, em todo lado. O barulho, cada ruído me irrito. A raiva continua, a raiva aumenta e a falsidade, porca falsidade, sobrepõe-se a tudo, principalmente sobre os fracos.
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Ela torna os sorrisos falsos e as faces se perdem, mas as vozes, implorando por socorro, não se calam nunca e o barulho irrita ainda mais.
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