Será que o que fizemos (fiz), tem perdão? Será mesmo que aquele futuro ainda existe? Será que se eu mudasse, mais uma vez, o meu seguimento de vida, eu reencontraria a minha razão? E se eu morresse amanhã, quem choraria? E se você morresse? Será que alguém se daria por conta que acabou de partir, junto aos falecidos, o sentimento mais puro e único que o universo já presenciou? Será que os anjos conhecem esse sentimento? Ou será que esse é um dom reservado aos demônios (solitários)?
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Será que faz sentido continuar guardando segredos, tanto meus quanto de outros, debaixo de sete chaves? Por acaso eu deveria expor como se nada fosse de mais fosse acontecer? Será que eu sou assim? E se eu continuasse pensando mil e uma vezes antes de fazer qualquer coisa? Será que, algum dia, mudaria a vida de alguém? Mudaria a minha vida? Será que é bom continuar pensando nisso?
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Será que eu ainda te amo? Será que você ainda me ama? Será que esse amor é verdadeiro? Será que eu estou vivendo um sonho ou mais um pesadelo? Será que, se eu acordasse, me decepcionaria? Será que seria bom se eu continuasse sonhando? Será que seria bom se eu parasse de fazer tantas perguntas?
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A questão mais fluente em minha cabeça, foi a única que não compareceu neste texto. Uma pergunta que não ouso fazer... Não ouso arriscar mais uma vez. Sei que não sou capaz de tal crueldade. Não sei se sou capaz de suportar esse peso. Sim, eu posso muito bem descobrir essa resposta sozinho. Me perdoe... ...oma et uE
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