Impossível deter o que já passou. Correr atrás de algo que não existe é um desperdício de suor, de lágrimas e de palavras. Criar expectativas que jamais serão alcançadas não vale a pena. Sonhos inalcançáveis. Projetos incompletos. Promessas que foram sim cumpridas, da maneira mais perfeita possível. Decepções de ambos os lados. Infinitas angústias. Sinais de fracasso começam a surgir. Cicatrizes reabertas. Minhas mãos atadas... Simbologia. Auto-terapia. Buscas. Muros. Escapes. Métodos. Opiniões. Razões. Realidade... E, mais uma vez, aquele amor se vai...
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O que dizer quando não passo de algo que não pertence, nem ao menos, a mim mesmo? Eu já não me sinto o mesmo, amor, eu vejo o espelho, sinto medo do que vejo, aquele medo que eu nunca imaginei sentir, aquele medo que nunca pensei que fosse conhecer um dia. Medo... Estou com medo... Me orgulho em poder dizer isso. Estou sentindo medo... Aquele medo de me tornar tudo o que prometi que nunca seria...
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Olhares abrasivos. Constrangimento. Raiva. Revolta. Estupidez. Mais angústia. Negação. Avaliação. Relatividade. Aceitação. Enfim, tristeza...
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O choro veio à tona, como quem nunca aparece, mas quando resolve, chega matando. Estou vivendo uma grande e linda apologia: "Eu ainda faço (faria) qualquer coisa por você... qualquer coisa...". Sei que isso já não me pertence. Sei que o "nós" já não cabe a mim ser dito. Sei que "nós" não merecemos passar por "tudo aquilo" mais uma vez... Viver é sofrer. Me encontro sofrendo sem viver um segundo sequer.
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Enigmas. Mistério. Medo. Frustração. Ainda mais angústia. Fatos. Remorso. Mentalização. Lembranças. Paixão. Acordo, olho, sinto, sofro...
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Sua falta me faz...
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