quarta-feira, 15 de junho de 2011

Há tanto tempo...

Pense em tudo o que fizemos juntos até um tempo atrás e me diga se valeu mesmo à pena largar tudo e fugirmos um do outro. Eu queria que ficássemos sempre juntos, como um só, pela eternidade, e não só por gostar, mas por termos criado uma espécie de necessidade disso, o fim era o inesperado. Eu voltei pra você de braços enozados, esperando que você cortasse o nó e me reestruturasse de algum jeito que sinto só você saber.

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Poderíamos nos amar, incondicionalmente, inconsequentemente, com todos os fatos apontando para nós como a união perfeita. Os mais extremos opostos se atraíram e eu era um deles. Não quero mais ter de esconder de todos o que sinto por você, eu quero estar ao seu lado e não te deixar mais, quero sentir sua força me empurrando para dentro do seu coração ardente. Quero trazer-te a lua, para que ela se quebre assim que perceber que a beleza dela não chega aos pés da sua, como a maior das estrelas do universo já deve ter explodido, meu amor por você tomou o lugar dela e preencheu seu espaço vazio.

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Meus olhos ainda queimam como se fossem de encontro ao sol, ou a você. Sua presença aqui é o mesmo que me tornar vivo outra vez, ressuscitar o eterno sentimento que prometi ter só com você, aqui. Importo-me como estiver, estou te olhando, observando, como uma entidade que guia seus passos a cada milímetro, posso adivinhar o que está pensando, seu pensamento é igual ao meu. Olhei às montanhas e te vi apontando onde provavelmente estaria sua alma.

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