terça-feira, 23 de agosto de 2011

Psicopata

Eu cumpri minha pena, e quero sair! Fé abusiva! Isso não vale, esta alma não é tão vibrante. O acumular, o adoecer. De volta á sua subversão. Doença pseudo-santificada antes do amanhecer. Vá para os seus desertos, vá cavar sua cova! Depois encha a boca com todo esse dinheiro que guardará. Regredindo, diminuindo de novo. Eu acabei! E isso começou, eu não sou o único.

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E o reino matará todos nós. Nos jogará contra a parede. Mas ninguém mais pode enxergar a preservação do mártir em mim.

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Há buracos pela estrada que seguimos. Mas nós somos o escarro do diabo, a morte secreta se irritou. Não há nada de novo nisso, mas deveríamos acabar com tudo? O ódio era tudo que tínhamos. Quem precisa de mais desordem? Podemos começar de novo. Agora olhe nos meus olhos e me diga que estou errado! Agora só existe o vazio, queime o próprio risco. Acho que acabamos, eu não sou o único.

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Destino! Não posso aceitar essa mentira, tentei te avisar três vezes! Suas mentiras cortantes estão fracassando. Não dá pra parar a matança se existe algo secreto, é isso que você quer? Eu não sou o único psicopata!

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