terça-feira, 2 de agosto de 2011

O que nunca será

Caberia ao momento... Falar de sentimentos verbalizados, o verbo... Por que sentir-se mal perante uma luz? A luz do verbo... A luz castanha... Piedosa... Uma promessa, uma injúria... Um amor, um suicídio... Amar-te eternamente, uma promessa suicida. O não-merecimento vai além do compreendido por não valer à pena. Querer-te sem mais podê-lo, buscar-te sem mais você existir, nem mesmo dentro de mim. Seu jardim de rosas e tulipas murchou por completo, seu coração de morango parou de pulsar, tudo que pertencera à você não pertence mais, pertence a morte e a seus luxos somente. Não sofra, não vale à pena, é uma blasfêmia.

\m/

O que me restou foi apenas uma vaga chance de viver. Como você está? (dúvida cruel) Você poderia estar aqui, ao meu lado, ao lado de quem poderia ser seu melhor amigo. Devo mudar, novamente, por você...?

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