quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Raiva, muita raiva!

Verei você sofrer e me deleitarei em risos ao som dos seus gritos de misericórdia. Vou arrancar seus olhos das órbitas com meus dedos, arrancar cada dente seu, um a um, com um alicate. Vou cortar sua língua com uma faca de serra, depois costurarei sua boca para que saiba como é estar calado num momento de angústia. Vou arrancar suas orelhas puxando com as mãos e enfiar sanguessugas nos seus ouvidos, elas chegarão ao seu cérebro e você nem saberá. Vou abrir um buraco ao lado da sua boca costurada e despejar água fervente na sua garganta até seu estômago derreter.

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Arrancarei todas suas unhas com o mesmo alicate com o qual extrai seus dentes, então quebrarei todos os seus dedos à marteladas e depois pisarei nas feridas de seus dedos. Vou esticar seus membros até que eu possa ouvir seus ossos estalando. Com um punhal, farei pequenos cortes por todo seu corpo e, logo em seguida, te darei um banho de álcool. Com uma vela, queimarei as solas de seus pés, bem lentamente.

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Quando você pensar que seu castigo acabou, virá a melhor parte. Eu torcerei seus braços e pernas, girando-os até que se desprendam de seu corpo, rasgando tecidos e moendo ossos. Ah, seus ossos... Vou esmigalhar seus ossos, fazer farinha com suas costelas. Abrirei seu abdómem com um machado e esticarei suas tripas até o limite. Por fim, um escalpo acompanhado de um cérebro arrancado e esquecido num canto qualquer, junto de seu coração. Acho que é isso...

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