A sede insaciável de te ter toma conta de mim novamente. Corrigindo, ela nunca me abandonou, é uma sede que me torna louco, um verdadeiro vampiro, não pretendendo te machucar, mas sim pretendendo te matar, de amor. Meu senso se confunde ao modo como devo te tratar, como devo agir com você, estando longe ou perto, afinal, você é meu bebê. Amo o jeito como você me faz atrapalhar-me, me deixando sem jeito, envergonhado, só você consegue esse efeito sabia, amor?
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Tanto me confundo que minha sede de você acaba fazendo parte da saudade que sinto de seu toque, seu cheiro... Ah seu cheiro... Você não tem idéia da falta que me faz seu cheiro. Seu beijo, doce como chocolate, me fez viajar universos e sentir o calor do sol como se estivéssemos dentro dele. Só você, amor, me faz sentir assim. Você é meu tesouro.
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Mas todo esse amor, às vezes, acaba me causando algum transtorno. A culpa não é sua, jamais seria, nem motivo haveria. São transtornos meus, somente meus e dele, Denis, maldito, nossas batalhas estão cada vez mais acirradas. É por isso que te digo, minha vida, preciso de você sempre, preciso do seu carinho, seu apoio e, sobretudo, seu amor. Diga a ele que o ama, só assim nos deixará em paz, para sempre.
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