Meu ridículo pesadelo volta à tona, sofrendo mais que eu pois está mais fraco que da última vez. Te vi sumindo, fugindo de mim, de novo, não sei até quando vou aguentar ficar sem te ver, sem sentir teu abraço apertado e teu coração batendo. Ouvi a lua gritar por mim e pensei que fosse você, maldita hora para se deixar levar pelos assombros mortos, o que eles me dizem é: "Acredite nela...".
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Deveria ser mais fácil agir em situações desgraçadas pra minha mente, por exemplo, sem que eu me perdesse em ódio e botasse tudo à perder, ou nada, tanto faz. Volte e me diga ao menos adeus. Eu queria que fosse diferente, que eu pudesse me controlar, eu acredito nisso quase tanto quanto acredito que você existe, mas nem toda essa crença me faz ter o direito de ser normal.
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Você me fez livre, agora posso usar dessa liberdade para te fazer feliz, só você não sabe. A noite foi embora e o assombro continua à minha sombra, ele diz agora que você me ama, mas que isso não é ele quem diz mas quem sabe. O fato é que o terror lúcido de te perder ainda não coube na minha cabeça, um fardo para o resto da vida, que vida. Lutarei por você em qualquer guerra, em qualquer momento, é só dizer que me ama e o resto deixa que eu faço, sem questionar.
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